Altar de Umbanda

Atualizado: 27 de Fev de 2019







Quando olhamos para um congá de um terreiro umbandista é possível enxergar várias correntes e influências que fazem parte do seu todo. Essas influências são provenientes de sistemas religiosos que buscam um único sentido: Representar a ligação com o Sagrado. Daí temos a ideia de “altar”.

Em culturas mais antigas, determinadas civilizações já se utilizavam de mesas de rituais para oferendas e sacrifícios como locais pré-determinados para essas ritualísticas.

Com a influência católica adotamos a regra de elevarmos as nossas estruturas de poder. Pela influência nagô yorubá, assim como a cultura banto, mantivemos o uso do chão como base para as liturgias práticas. Com o Kardecismo e outras estruturas como a Jurema de mesa, herdamos o apoio (mesa) como referência de trabalho. Tudo isso é notável dentro de qualquer terreiro de umbanda, por menor que seja a vontade do dirigente em relação à estas correntes.

Um altar representa a polaridade positiva de uma casa, serve como ponto de apoio, estruturação, sustentação, magnetização e estabilização de encarnados e desencarnados. Funciona como um grande canalizador das vibrações verticais de poder, canalizando-as na horizontal para todos aqueles que se colocam de frente a ele.

Por isso, toda vez que estiver diante de um altar, reverencie as forças ali firmadas e esteja aberto para receber as benções que esse grande portal irá derramar sobre você.


Pai Alan Barbieri




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